30 de junho de 2006

Asssim como há diversos tipos de liberdade...

...há diversos tipos de prisão.

29 de junho de 2006

Sempre temos algo a dizer...

...que as pessoas ja esperam. As pessoas...espertas.

28 de junho de 2006

Adoro gente louca

Pessoas que chegam no Café e pedem toicinho de porco. Perguntam se tem coca e se tem fanta e diante de resposta positiva, pedem guaraná. Adoro quando compram brinquedos mesmo ja estando meio velhinhos. Gritam sem motivo. Riem sem motivo. Choram com motivos....nada motivantes. Adoro consumidores fieis de Prozac. Aqueles que sabem que a vida não é fácil e por isso mesmo carregam sempre uns antidepressivozinhos no bolso. Grandes super heróis fazem isso. Adoramos tudo isso.


27 de junho de 2006

Meu tempo

Escrevi essa musica na madrugada tentando achar um precioso: O tempo.

Alguém ai pode me dizer
Me dizer
Onde está meu tempo?

É que eu já procurei
procurei
Só achei o vento

Alguém ai...hey..alguém ai
Faça me o favor
Ache meu tempo

É por ai que eu deixei há muito
meu momento
a minha valsa

É por lá que larguei meu canto
No entanto
cantei a salsa

Tudo isso pra achar meu tempo

Alguém ai...hey..alguém ai
Faça me o favor
Ache meu tempo

Tem um cara aqui
no meu quarto

Ele fala Boy, Boy
Cadê seu tempo?

Tem um cara aqui me enxendo

Ele fala Boy, Boy
Se foi com o vento

Alguém ai...hey..alguém ai
Faça me o favor
Ache meu tempo

26 de junho de 2006

Uma Siriri (musica regional do Pantanal)

Sabiá Chorachuva Mingongo
Mingô, Mingô, Sinhá...

Sabiá Chorachuva Mingongo
Mingô, Mingô, Sinhá...


Mingô Sinhá
Mingô Sinhá
Mingô Sinhá Ê
Mingo Sinhá

Sabiá Chorachuva, Mingô Sinhá
Sabiá Chorachuva, Mingô Sinhá (Bisssss)


24 de junho de 2006

Lamúrias? não, não, não

Difícil não acabar trazendo pra cá as minhas pirações pessoais. Meu desafio agora e tentar impedir isso. Não é minha intenção transformar isso aqui num blog adolescente cheio de textos com temas existenciais. É tarefa meio difícil. Essa coisa de blog, fotolog, orkut...muitas vezes acabam virando uma maneira de mostrar a todos como nos sentimos, pra não termos que sofrer tudo sozinhos. Mas não é essa a minha intenção mesmo. Então, chega de lamúrias.

Desenho "paia" no lapis mesmo. Só passei um filtrozinho básico. Êta cansaço do caramba!



23 de junho de 2006

Parece que não sei

O que fazer quando você é de um jeito que não gostaria de ser? o que fazer quando tudo dá errado? o que fazer quando há tantos caminhos? o que fazer quando todos querem te engolir? o que fazer quando voltamos a estaca zero? o que fazer quando a loucura te domina? o que fazer quando os raios caem no mesmo lugar? o que fazer quando o vômito é inevitável? o que fazer quando você quer beber uma cerveja mas não pode? O que fazer quando a força te abandona? o que fazer quando não tem ninguém? o que fazer quando tem um monte de gente mas mesmo assim parece que não tem ninguém? o que fazer quando o passe acabou bem quando você foi passar na catraca? o que fazer quando te bate aquela tristeza de ponto de ônibus no final da tarde? o que fazer quando não se consegue dormir? o que fazer quando os olhos parecem vagos no espelho novamente? o que fazer com tanto sentimento em vão? o que fazer com tantos sonhos distantes? o que fazer com o dia? o que fazer com a noite? o que fazer? o que...fazer? ahh o que fazer?


22 de junho de 2006

Desenho feito em 2000. Devo ter criado pelo menos uns 150 personagens nessa época. Mas as crises existênciais sempre me atrapalhavam na continuidade do processo criativo. Mas isso não vai acontecer mais. Agora elas farão o papel inverso. Servirão como estímulo.




Faz tempo que não abro caminho pra links de artistas legais. Olhem só o Léo, que menino prendado!

21 de junho de 2006

20 de junho de 2006

Longe do Butéco?

Ando atacada de uma tal de gastrite nervosa. E a coisa ta brava. To sem Bilis ! ai é foda! por isso vou iniciar uma operação de emergência. E ficarei longe do Butéco o máximo que puder. Ficarei no quarto, desenhando, escrevendo, estudando, pensando em como seria se...até me recuperar um pouco para voltar a ativa. Até lá companheiros de butéco. Ajudem-me a cumprir essa difícil tarefa.


Ilustração a lápis colorida com lápis de cor.



19 de junho de 2006

Uma História pra Boi dormir...com um olho aberto, pelo menos

Nos momentos mais tristes é que surgem as melhores idéias. Sempre acreditei nisso. E não abro mão. Byron, Edgard, esses caras são a prova. E eu adoro. Chego ao ápice do prazer! nossa! Bem, sendo assim lhes contarei essa história verídica que se "assucedeu-se" comigo há um ano atrás. Estava eu a estudar, como sempre. Lendo uma apostila de Sociologia: "Culturas Híbridas". Era domingo e o sol castigava a cidade. Meus cachorros latiam. A trilha sonora era Amado Batista. Na periferia, domingo é dia de todo mundo sair pra rua. Nem que seja pra ficar sentado no meio fio. Bem, existem outras práticas como soltar pipa, beber na calçada, dançar bêbado na beira do córrego. Mas a prática mais comum é sair andando pela rua só pra ver o movimento. As meninas de shortinho do Bad Boy adoram essa. Bem voltando ao meu quarto. Eu parei de ler o capitulo que falava mais claramente sobre a mistura do popular com o moderno. Comecei a viajar. Vajei profundamente sobre essa questão. Resolvi dar uma volta. Saí naquele sol escaldante. Como é do meu costume, comecei a analisar tudo o que via sob a luz das teorias. Os moleques maltrapilhos de pé no chão encrecando com todos que passavam. As crianças sujas chorando e suas mães lhes dando tapas. O butéco da esquina lotado de mulheres seminuas e homens alcoolizados. Aquele som de amado Batista. No momento que passo em frente a esse butéco. O butéco do João Barbado, vejo o que cresci vendo no meu bairro: Brigas quentes. Violência gratuíta. Um homem de seus trinta e poucos anos, branco, olhos claros estava armado. Ameaçava um garoto de seus 16 anos, negro, sem camisa. Uma gritaria começou por parte das mulheres. A cachorrada esganiçava seus latidos. Criançada geral se aglomerava. Minha curiosidade me fez adentrar o recinto. "Te mato rapaiz!" diz o negro. "Eu me garanto, seu criôlo!". Naquele clima de ódio extremo. O negro se aproximou rapidamente do branco. No que este imediatamente apontou a arma já para atirar o outro puxou uma pecheira enferrujada. Quando o branco atirou, o negro perfurou a pecheira em seu pescoço. O atirado caiu, o perfurado saiu andando com o sangue espirrando. Naquela tarde amarela o vermelho tomou conta do butéco. E eu que estudava sobre o encontro do tradicional com o popular, sem querer ser fria mas, tive um uma exemplificação muito útil naquela tarde. O tradicional e o popular convivem ao mesmo tempo com harmonia. O revólver e a faca funcionaram da mesma forma e nenhuma tirou o espaço da outra. Quero dizer, não há percepção maniqueísta. Tudo está junto mesmo que sejam de ordens opostas e teóricamente separadas. Como eu estava dizendo, os momentos tristes causam grandes sacações. Ao contrário, os alegres não trazem nada já que não precisam de nada. Já que são auto-suficientes, não requerem grandes esforços no pensamento. Obrigada Byron.


A alegria serve para a gente maquiar isso aqui. E fica bem maquiado. Lindo. Um modelo internacional. Eu a-do-ro. Adoro maquiagem. Mas só de vez em quando. Pois muita maquiagem estraga minha pele. Ui.



18 de junho de 2006

Era uma vez uma menina

Era só joelho e mais nada
Uma menininha catarrenta que dava dó
No meio do mato, sabia o canto de todos os pássaros
Queria ser Xuxa
Achava que sabia falar inglês
Brincava de coisas nada inocentes
Sonhava, sonhava....e continua sonhando



Vivia fazendo brinquedos de barro
Acompanhava os meninos
E era escurraçada
Achava que era adulta
Falava como um adulto
E se aproveitava como podia
Era única entre os machos
Era única entre os bichos
E única entre as garotas
Que até morriam de ciúme se ela arrumasse outra amiguinha
Muitas amiguinhas ainda estavam por vir
E os amigos delas
E os irmãos delas
Para uma diversão ainda maior

17 de junho de 2006

Amanhã é dia

Deus nos ajude! que haja luz nos pés dos craques da nossa seleção. Amém!


Adoro desenhar no PC mas meu mouse ta desprezível e eu não tenho tablet. As ultimas que fiz são essas:








Respectivamente, homem lendo, homem verde e mulher hora.

16 de junho de 2006

Influência Mutarelística...

Não tenho conseguido fugir da influência do velho Muta. Talvez pela situação atual. Pelas circuntâncias que me levam a ouvir Ordinary World do Duran Duran "trocentas" vezes por dia. As ruas enfeitadas de verde e amarelo ainda não me contagiaram. E a paixão do Braxil braxileiro desta vez...sei não. Deus nos ajude. Clique na imagem, baby.





Caminhando e cantando sempre otimistas. Vamo lá! todo mundo junto!

14 de junho de 2006

UMA FACE, UMA EXPRESSÃO E MIL SENTIMENTOS



Já leram Jesus Green? no post abaixo. História real heim...vale a pena ler.

12 de junho de 2006

te conto um conto, você não acredita mas, foi real

Acho que meu maior desejo sempre foi "ter um dedinho de prosa" com Jesus Cristo. Mas não em oração. Queria que ele sentasse do meu lado e falasse comigo de boa. Como velhos amigos. Sem preconceitos. Escrevi um conto chamado Jesus Green há um ano atrás. Meio autobiográfico, descrevi cenas que me perseguiam em minha mente, na época, perturbada por pensamentos suicidas. Hoje quando leio, dou risada mas sinto um pouco da dor daquela época. Um tempo próximo e, ao mesmo tempo, distante. Clique na imagem para ler esta viagem.

11 de junho de 2006

Um dia houve uma CDF

Era uma vez uma menina CDF. Curtia passar os finais de semana estudando. Não bebia e não fumava. Era uma vez aguém que eu esqueci o nome...bem, não interessa pois a mim não faz falta. A sala de aula é o melhor estúdio que existe no ultimo ano da faculdade. Os melhores traços surgem lá. Meu caderno se tornou um porfólio de ilustrações falidas.


Não sei que aula era, mas saiu isso.


Deixando os meus garranchos de lado, eis um grande quadrinheiro brasileiro. Seu nome é Rafael Coutinho. Boto muita fé nesse cara! Vale a pena conferir.

10 de junho de 2006

Pierre 100% Rosa

Vasculhando rabiscos antigos nem tão antigos assim achei uma HQ num A4 muito da tosca. O personagem principal: Pierre 100% Rosa. A história: A cidade do Rio de Janeiro tem um dia de tristeza. Surpreendentemente não pela ameaça da violência mas pela partida de um morador muito especial. Clique na imagem.





Há...he he he.

8 de junho de 2006

Bizarre Love Triangle

João que ama Maria, que ama Zézinho, que ama ana, que ama Lourenço que ama Dani Dias que por sua vez não ama ninguém real. Apenas a ficção existencial. Os amores passados se tornaram sequelas de uma vida que não existiu. Na verdade, sonhos de uma morta que ressuscitou ao contrário. Viveu do avesso e agora tenta recuperar a superficie perdida, se possível e se não for um incomodo, é claro.




Em breve mais uma chance para ler "Jesus Green", um dos contos que escrevi nos tempo áureos e inocentes do blog kada Huma.

7 de junho de 2006

Miss Molika

Ouvi um barulho de água caindo. Pensei " Putzz, esqueci a torneira aberta". Quando volto é meu irmão que tira água do joelho. Como ele deve ter grilado?! Depois, tento ascender três bocas no fogão. Na primeira tentativa não vejo o fogo sair... na segunda ele está lá. Mas há uma estranha sensação de que na primeira ele também estava.




Um leitor deste blog com apelido Pig Penn deixou um ótimo link: Coconino's World.

6 de junho de 2006

O Simpático Inocente

Sempre gostei de criar personagens. Quando era pequena eu desenhava e botava o nome nos desenhos. Descrevia as histórias de cada um. É estranho porque sempre desenhei sem planejar. Começo a rabiscar e surge alguém. Sinto-me mal por não saber quem é. Ao mesmo tempo me sinto bem em saber que posso tranformá-lo.

Tudo começa nos seus olhos, o jeito do seu olhar que me confunde. A matéria já não existe quando te encontro. Eu sou minhas mãos. Eu não sou nada. Quase que dou a luz a tua figura já que imagino e transcrevo. Uma nota de musica é a tua voz. Cada minuto é precioso. Cada traço é crucial.





5 de junho de 2006

Jesse

Me falta um pouco mais de tempo para criar tosqueras melhores. Mas prometo que vou continuar aconteça o que acontecer. Um dia essas ilustrações serão apenas "sequelas" de um tempo distante. Aquele dia, aquela noite, aqueles 15 minutos que renderam aquela imagem. Com vocês Jesse, a sua cerveja!




Puro lápis, sem nenhuma "interrupção photoshopal". Cerveja Jesse. A sua cerveja.

4 de junho de 2006

Rabisco nº 1

Esse desenho mostra o quanto meu traço é cru e sem definição. Ainda. Foi o ultimo desenho que fiz. Primeiro fiz a moça que aperece de corpo inteiro. Depois, não sei porque fiz as pessoas brotando de trás dela talvez por puro incomodo. O espaço em branco me irrita. Cada desenho tem um traço diferente.




É um rabisco com R maiúsculo!

2 de junho de 2006

Inferno e Purgatório

Imagino o purgatório como um lugar escuro cheio de almas chatas que ficam gritando e gemendo, reclamando o tempo todo. É um lugar onde o nada impera. Já o inferno imagino como sendo um lugar vermelho com um monte de gente queimando e chorando. Essas são as imagens criadas na minha mente quando se fala nessas palavras. Acredito que a maioria das pessoas tenha visões parecidas. O que pode diferenciar é o volume do grito de uma ou outra alma, o som do choro de um ou outro condenado.
Bem, não tem nada a ver mas o fato é que Gary Panter tem duas obras com esses títulos. Ah e tem muito mais.

Capinhas: