29 de setembro de 2006

Isso aqui é um butéco

E a felicidade foi embora. A saudade no meu peito...me devora. E é por isso que aqui não se fala coisa com coisa. Ainda mais no meio da madrugada. Que cerebro pode pensar algo que preste? É mentira, é mentira! felicidade ta aqui ainda. "Happyness, more or less", como diria Richard Ashcroft, é apenas algo que me muda, algo na minha liberdade. Nada mais que isso.

Poxa, eu sinto muito. Muito mesmo. É o cansaço. Quando me canso muito sou capaz de escrever coisas do tipo "lançar um olhar para enxergar de forma a ver" que quase foi enfeitar minha monografia esses dias. Mas, mesmo que nesse momento as frases pareçam sem nexo, sempre há alguma coisa pelas entrelinhas. Sempre. Siempre.

Preciso de ajuda psicológica, alguém se habilita?

Será que essa doidera toda é porque eu começei a trabalhar essa semana? ham? ham?

24 de setembro de 2006

Votem em Diomedes

Diomedes e detevive, tive, detetive
É durão e mole mole
É sacana, é safadão
Mas ele é sentimental
Chora pela Judith
Judiiith
Fala inglês pra impressionar: Fifty, fifty..
Yezi, yezi
E juridicamente é exemplar ad vogado
ad mito, ad ventista, ad vertência,
e no espanhol: Pero vaz de la camiña
Ja que é detevive intercontinental
Tem que parecer chique
Diomedes é detetive, tive, detetive
(inspirado no personagem da trilogia de Lourenço Mutarelli)

Minha reprodução de Diomedes, com todo respeito ao Sr. Mutarelli...é que eu gosto muito dele.

17 de setembro de 2006

Democramerda

Como diria Tom Zé, vão tomar no olho seus políticos filhos da letra. Filhos da virgem, vão tomar na cruz! peguem sua moral, regras e regulamentos, escritórios e gravatas, sua sessão solene. Pegue, junte tudo, passem vaselina e enfiem, soquem, metam...no tanque de gasolinaaaa.



Política filha da prática, filha da tática, filha da máquina! Gruta sem vergonha! a te catar..filha de uma régua!

14 de setembro de 2006

Subjetividades



Escutei um CD de uma cantora de musiquina dance que todo mundo escutou lá pelos 1995 e la vai cacetada. Fiz uma compilação de todas as letras, mas é claro com um tratamento todo particular.

Eis:

Não importa onde voce vá, você vai ouvir uma musica e isso vai fazer você lembrar de quem você é e o que você realmente quer
Você costumava cantar que tudo era eterno, agora você vai cantar algo diferente pra mim
Cante "A vida é muito curta, melhor ouvir a si mesmo". É, esse é o som da verdade
Você tenta esquecer, mas é impossível. Tá na sua cabeça como um virus. Isso te faz lembrar de quem você é e o que você quer
E de repente vai vir a sua mente de novo e de novo e você vai se torturar com aquilo que você mesmo quer. Que ironia, não?
O meu amor não tem dinheiro, meu amor não tem poder, meu amor não tem fama,...mas tem crenças fortes e verdadeiras de que o amor é puro delírio sociocultural que enfeita nosso sexo animal ! uau !
Liberdade, é o que persegues...quanto mais se enclausura
Fica só uma janela pra você olhar as avenidas cheias de prostitutas
Enquanto eu vou correndo rapidamente pela vida
Eu sei que meu espirito vai voar, pra onde ele achar que deve
Ninguem vai sentir o suficiente pra salvar a minha alma
Suficiente pra me salvar? ah não
Então se eles dizem "prata", eu escolho ouro, não tenho medo de ficar sozinha
Ninguem vai mesmo tocar o sol nunca
Eu não ouvi sua voz
Mas eu senti seus pensamentos de longe
Dance ou morra! Dance ou morra!
Outro instante marcado pelo relógio
And now it's 10 o'clock
And another day has gone
And I know it's gone forever
Have you ever loved me? never.

Cabou.





13 de setembro de 2006

A corrosão do caráter

Talvez nem seja uma questão de se tornar uma pessoa má, mas de deixar de ser boa em demasia e começar e enxergar certas verdades. Mesmo que isso seja decepcionante, aceitar que a cultura, os filmes, os desenhos da Disney nos pregaram um mundo que não existe e nós sabiamos disso, mas incoscientemente absorvemos isso e formamos nossa personalidade. Ainda assim, acredito em Che Guevara.

Eu imaginei um filme, algo assim: Um quadrinista começa a ser atormentado por seus personagens quando resolve se fechar em sua casa para terminar uma HQ. Os personagens se materializam ainda como desenhos e começam a dizer todo tipo de conversas interessantes sobre a vida e a corrosão do caráter fazendo nosso quadrinista ficar doido. Não sei como termina...



Por Rói Corrói

9 de setembro de 2006

Ooops!

Oppss eu me anganei again
Eu feri meu heart
E eu perdi o game

Oh Baby. Baby




Bota uma coisa na sua cabeça: quando você pensa que é...não é. E isso não quer dizer necessariamente que quando você pensa que não é, é....entendeu? Por isso a ilustração acima. O cara achou que era e na verdade não era. E quando ele foi no banheiro tentar dar mais uma rapidinha, já mais aliviado do efeito da bebida ele viu que, de fato era. Moral da história: deixe a pulga ficar sempre atrás da sua orelha, pois você poder precisar dela a qualquer momento.


Aaaaaaaa preciso falar nele: Leonardo Pascoal, do Blog Inteligível (do botãozinho do lado >) publicou uma revista chamada "Isto Não é Uma Revista" e o lançamento foi um fenômeno. Parabéns pra você Leo e também para Claúdio Mor e Thiago Cruz!



Vale a pena dar uma olhadela no blog do Leo pra conhecer a arte do moço. Cliquem no botão abaixo:




7 de setembro de 2006

Chatografia

Nunca pensei que fosse tão chato fazer uma monografia. O mais foda é ser mono...um só assunto é desgastante ! cá estou eu as duas e meia da manhã tentando achar uma definição de subjetividade. Uma simples citação...uma miserável, enfadonha, insignificante definição de subjetividade, obrigatóriamente criada por um tal de Peter Pelbart. O pior de tudo, ainda, é que eu sei muito bem o que é subjetividade e todos os membros da minha banca, com certeza, também já estão carecas de saber o que é subjetividade, mas por quaisquer cargas d'água eu preciso provar com as palavras de um cara famoso que subjetividade é mesmo subjetividade e não outra coisa. Mas pior do que isso é que não posso retirar essa palavra da minha monografia. Eu preciso da subjetividade. Minha vida é uma subjetividade. A humanidade é pura subjetividade. Todo o universo é subjetividade. Mas não posso provar isso sem o tal do Peter Pelbart. Que sensação de impotência...


Hoje não tem nenhum desenho pornográfico meu, até para não dizerem que estou fazendo apelação. Por isso, para não perder o costume, posto uma ilustração agoniante de Lourenço Mutarelli em "Destrudo: Pulsação Morte" que deve dar mais ou menos uma idéia do que é estar procurando a tal da subjetividade.


5 de setembro de 2006

É chato chegar a um objetivo não distante

Coloquei esse título só porque estava ouvindo Metamorfose Ambulante do velho Raul. Não tem nada a ver com o que vou postar aqui. Aliás, porque as coisas devem ter nexo? eu estava pensando sobre os comentários da "postagem passada" acerca de uma conexão que fiz sobre as palavras "brisa" e "virgem". Porque a brisa não pode ser virgem? quem come a brisa? um passarinho roxo então pousa na minha janela e diz: - Eu comi a brisa, como a brisa direto! Ahhh agora entendi. Bem então posso dizer que quando tudo isto terminar quero ir pro mato sentir a brisa GOSTOSA, muito gostosa a roçar-me o rosto.
Mudando um pouco de assunto, ando muito a fim de Guido Crepax e sua Valentina. Tanto, mas tanto que nem ligo que ele ja morreu e faço um plágio. Opss, plágio não, apenas a minha versão de Valentina, a heróina erótica de Guido (que Deus o tenha, ou o diabo...quem tiver mais afim).


Voilà !



Quero agradecer por demais os meninos do blog Tarja Preta pela linkagem do Quarto e Butéco. Valew meninos!

2 de setembro de 2006

Pero no mucho



Diário da Monografia

29/08/2006
Lendo, escrevendo, lendo escrevendo...fazendo outras coisas...lendo, escrevendo, lendo escrevendo...you tube...escrevendo....orkut....escrevendo, lendo, lendo...msn, msn, msn, msn...lendo, escrevendo, fazendo outras coisas...faculdade, banco, bar, medalhão de frango, lendo, escrevendo, youtube, fazendo outras coisas, msn, msn msn.

Quando tudo isso terminar, quero ficar pelo menos uma semana fora. Bem no meio do mato, no nada absoluto, apenas sentindo a brisa virgem da selva.